Vegetais, sim se faz favor, com um pouco de fruta!

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Isto não é segredo nenhum, repito nenhum. Principalmente, coma mais vegetais!
Vegetais, legumes e fruta ajudam a controlar melhor:

1. O nível de açúcar no sangue: As fibras solúveis podem ajudar a retardar colapso do seu corpo de hidratos de carbono e absorção de açúcar, ajudando a controlar o açúcar no sangue;

2. A saúde do seu coração: Uma associação inversa foi encontrada entre a ingestão de fibras e ataque cardíaco, e as pesquisas mostram que aquelas que comem uma dieta rica em fibras têm um risco 40 por cento menor de doenças do foro cardíaco;

3. Controle de peso : provavelmente porque a fibra aumenta a sensação de saciedade;

4. A saúde da pele: A fibra pode ajudar a mover leveduras e fungos para fora de seu corpo, impedindo -os de serem excretados através de sua pele, onde poderiam provocar acne e pele gordurosa. Mas atenção pode não ser a única razão;

5. Diverticulite : Fibra dietética (especialmente insolúvel) pode reduzir o risco de diverticulite – uma inflamação de pólipos no intestino;

6. Hemorróidas : Uma dieta rica em fibras pode reduzir o risco de hemorróidas;

7. Síndrome do intestino irritável: A fibra pode fornecer algum alívio;

8. Os cálculos biliares e pedras nos rins: uma dieta rica em fibras pode reduzir o risco de cálculos biliares e pedras nos rins, provavelmente devido à sua capacidade para ajudar a regular o açúcar no sangue.

+ estudo:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24687909

Suplementos, um outro olhar!

Segundo Paul Offit,  inspiração para este artigo, responsável da secção de doenças infecciosas do hospital de Filadélfia, “os pais preocupam-se com os filhos, ponto! Cuidam-nos com suplementos alimentares, como a erva de São João para melhorar a depressão leve ou probióticos para a saúde de uma forma geral. Os pais tratam os seus filhos com suplementos alimentares porque acreditam neles, mesmo que essa crença não seja apoiada por evidência. Infelizmente, os pais não consideram suplementos dietéticos como drogas”. Depois chegamos à idade jovem/adulta e enchem-se de batidos proteicos, suplementos para o cérebro/memória (?), BCAA’s, aminoácidos, creatinas, weight gainers, etc…para potenciar resultados, teoricamente não perigosos. Aprendem com os pais que suplementar não é perigoso. Na minha opinião, quem faz isto ou está mal informado, não conhece o potencial dos alimentos ou, não gosta de perder tempo na cozinha. Nunca se esqueçam de uma coisa: nunca é perder tempo cuidar da nossa saúde! Estejam bem informados e só tomem esse suplemento se for 100% seguro e necessário!

 

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Atenção: não tenho nada contra os suplementos! Apenas acho que terá que se ter todo o cuidado, com prescrição séria, médica, funcional e necessária! Atenção que a alta-competição é outro assunto pois é muitas vezes indispensável! Um exemplo patético: panquecas de whey? Porque? Não existem proteínas animais/vegetais melhores? Quando a prescrição/recomendação vem de profissionais da área da saúde e exercício ainda pior, penso eu de que… Não é arrogância, apenas não é este o caminho!

 

A Comissão Mista, que é responsável pela acreditação hospitalar nos Estados Unidos, exige que os suplementos dietéticos sejam tratados como drogas. Faz sentido: vitaminas, aminoácidos, ervas, minerais e outros produtos vegetais têm efeitos farmacológicos. Então, são drogas! Mas a Food and Drug Administration não regulamenta os suplementos dietéticos como drogas – Os suplementos dietéticos normalmente não são testados para a segurança e eficácia antes de serem vendidas. Muitos não são feitos de acordo com os padrões mínimos de fabricação (a FDA encontrou algumas das instalações onde os suplementos estão contaminados com fezes de roedores e urina). Estes, muitas vezes estão, acidentalmente ou intencionalmente, contaminados! Por exemplo (retirados do artigo de Paul Offit):

– Em 2003, os pesquisadores testaram remédios ” ayurvédico ” de lojas de alimentos saudáveis em Boston, Estados Unidos, descobriram que 20 por cento continham níveis potencialmente perigosos de chumbo, mercúrio ou arsénio.

 

– Em 2008, dois produtos foram retirados do mercado porque continham cerca de 200 vezes mais selénio (um elemento que alguns acreditam que pode ajudar a prevenir cancro) do que os seus rótulos anunciam. Pessoas que ingeriram esses produtos desenvolveram a perda de cabelo, cãibras musculares, diarreia, dor nas articulações, fadiga e bolhas.

 

– No verão passado, vitaminas e minerais feitas por Pureza primeiros produtos de saúde em Farmingdale , Nova Iorque, continham dois poderosos esteróides anabolizantes. Algumas das mulheres que os levaram desenvolveram sintomas anabolizantes, voz mais grossa e menos períodos menstruais, supermulheres?

 

– Pesquisadores em Ontário descobriram que produtos à base de plantas populares como aqueles rotulados erva de São João e ginkgo biloba continham outras ervas, alguns delas bastante perigosas.

 

O F.D.A. estima que cerca de 50.000 reacções adversas aos suplementos alimentares ocorrem todos os anos. E, no entanto poucos consumidores sabem disso! O F.D.A. tem o mandato, mas não a mão-de-obra, para fiscalizar a rotulagem e fabricação desses suplementos. Nesse meio tempo, os médicos – e consumidores – estão por conta própria.

A boa notícia é que tem-se encontrado resultados positivos com algumas vitaminas, aminoácidos, minerais e um “punhado” de outros suplementos que atendem a esse padrão. Por exemplo, a melatonina tem sido demonstrado que afectam os ciclos de sono e tem um histórico de segurança, e nós identificamos um produto que atendesse as normas de fabricação e rotulagem. Infelizmente, menos de 1 por cento dos 55 mil ou mais suplementos no mercado suportam o rótulo. A verdadeira resposta é que, até o dia em que os estudos médicos comprovam que esses suplementos têm benefícios legítimos, e até que o FDA tem o apoio político e recursos para regulá-los como drogas, as pessoas devem simplesmente ficar longe. Fujam!

 

Por muito tempo, muitas pessoas acreditaram que suplementos alimentares só podem ajudar e nunca fizeram mal. Essa crença é falsa. Acreditem no poder dos alimentos, conheçam as suas propriedades, a sua energética e percam tempo na sua alquimia/cozinha! Ganhem saúde e não corram riscos! Fale com o seu médico, nutricionista, procure ciência mas também bom senso!

O porquê dos desportos radicais/contacto com a natureza!

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Chegou a primavera e um dos desportos que deve ser incluído na prescrição são os desportos radicais devido ao carácter de decisão e associados aos órgãos fígado e vesícula (medicina tradicional chinesa)

Surf, skate, escalada, snowboard e outros desportos de natureza/radicais são catalisadores para a mudança comportamental e performance física nos jovens e adultos. Estas actividades dão ao indivíduo uma sensação de destemor e capacidade de superação. Estas actividades dão ainda um quadro perfeito para a auto-expressão, auto-disciplina, criatividade e habilidades interpessoais os quais, são fundamentais para ter sucesso no mundo de hoje. São um filtro para o sucesso pessoal ao aumentar a confiança!

Nestas actividades não há vencedor ou perdedor, porque não para de melhorar. Quando escala mais, mais quer. Não havia de ser assim na vida?

Estes são três pilares do porquê de introduzir estas actividades na prescrição:

Resiliência

Quando cai levanta-se, sempre ok? Para melhorar constantemente deve aceitar que haverá muitas quedas. Através deste processo, ganha a confiança e capacidade de superar todos os obstáculos.

Autoconfiança

O sentimento de independência e conhecimento para criar o seu próprio caminho, desafiando! Confia em si mesmo para tomar decisões inteligentes, assumir riscos saudáveis e acreditar nas suas habilidades.

Espírito de grupo

Faz parte da sociedade. Não compete com os outros, compete contra si mesmo para se certificar de que é o melhor para a comunidade. Quando se levanta, todos subirão!

Estes princípios aplico nos treinos e nas sugestões de diagnóstico e prescrição.

Na foto eu mesmo,  crédito: @vitor leite

8 Alimentos que “os especialistas” não comem / 8 Foods that ” experts ” do not eat

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1. O endócrinologista não come tomate enlatado

http://preventdisease.com/news/10/031010_BPA_damage_offspring.shtml

2. O tratador de gado não come carne alimentada a milho transgénico

http://eatlocalgrown.com/article/grass-fed-vs-feedlot-beef-difference.html

3. O toxicologista não come pipocas para microondas

http://preventdisease.com/news/12/092312_If-Youre-Still-Eating-Microwave-Popcorn-Youre-Not-Grasping-The-Health-Consequences.shtml

4. O agricultor não come batatas não-orgânicas

As raízes absorvem herbicidas, pesticidas e fungicidas que são colocadas no solo.

5. O pescador não come salmão de viveiro

http://preventdisease.com/news/09/082009_farmed_fish.shtml

6. Os investigadores de cancro não bebem leite produzido com hormonas artificiais

http://preventdisease.com/news/13/012813_Why-Do-Humans-Still-Drink-Milk.shtml

7. Os cientistas de biotecnologia não comem soja com OGM não fermentados

http://preventdisease.com/news/09/020409_soy.shtml

8. Os especialistas orgânicos não comem maçãs convencionais

São “mergulhadas” com pesticidas. tire a casca no mínimo!

O acto mais importante é aquele que faz antes de colocar algo na boca: ALIMENTAÇÃO!!!!!

English Version:

1. The endocrinologist does not eat canned tomatoes

http://preventdisease.com/news/10/031010_BPA_damage_offspring.shtml

2. The grazier does not eat meat fed by transgenic corn

http://eatlocalgrown.com/article/grass-fed-vs-feedlot-beef-difference.html

3. Toxicologist not eat microwave popcorn

http://preventdisease.com/news/12/092312_If-Youre-Still-Eating-Microwave-Popcorn-Youre-Not-Grasping-The-Health-Consequences.shtml

4. The farmer does not eat non-organic potatoes

The roots absorb herbicides, pesticides and fungicides that are placed on the ground.

5. Fisherman does not eat farmed salmon

http://preventdisease.com/news/09/082009_farmed_fish.shtml

6.Cancer researchers do not drink milk produced with artificial hormones

http://preventdisease.com/news/13/012813_Why-Do-Humans-Still-Drink-Milk.shtml

7. Biotechnology scientists do not eat unfermented soy GMOs

http://preventdisease.com/news/09/020409_soy.shtml

8. Organic experts do not eat conventional apples

Are “dipped” with pesticides . take the shell at least !

The most important issue is one that does before putting something in your mouth : CHOOSE THE FOOD ! !

 

Bacon, quero a minha vida de volta!

(tradução, alguns apontamentos e ironias minhas, muitas!)

 

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Bacon, quero a minha vida de volta!
A história mirabolante da gordura saturada em 11 ou 12 parágrafos que inclui religião e o CR7!
(tradução em conjunto com alguns apontamentos e ironias minhas, muitas!)

Yes, podemos voltar a comer gordura novamente! No dia 17 de Março de 2014, após décadas de provas contundentes que concluiam que a gordura “má” levava a doenças cardíacas, alguns tipos cancro e outros problemas graves e até mesmo fatais saúde, os jornais proclamam a ressurreição da gordura “má” e santificam-na, principalmente ao pequeno-almoço! Os resultados de um novo estudo, publicado numa revista de prestígio, diz que afinal a gordura “má” afinal não é tão má assim, para o seu apaixonante coração (1).

Mas antes de fritar aquele bacon, segure o garfo e pense naquilo que está a comer. Descobriu-se que o estudo teve algumas peculiaridades estatísticas que fizeram a gordura “má” passar de um Judas a um Jesus Cristo. Aleluia, ou não!

O estudo foi uma meta-análise. Ou seja, combinou os resultados de vários estudos anteriores. Alguns tinham mostrado “perigos” da gordura saturada, enquanto outros não. Depois, confeccionaram muito bem e fez uma refeição à medida da gordura saturada com um molho especial de “estatística”. Os estudos fracos tendem a diluir os mais fortes, mascarando perigos reais. Não, não pode ter sido a industria do bacon (coitado do porco, não tem culpa!)!

A análise também utiliza resultados que foram estatisticamente ajustados de modo a minimizar os perigos da gordura saturada. Um foi o estudo de Saúde das Enfermeiras de Harvard, muito famoso (2). No estudo original, os indivíduos que comiam mais gordura saturada tinha um 52 por cento maior risco de desenvolver doenças cardíacas. Isso é obviamente alarmante. Mas os números foram ajustados para a ingestão de colesterol, a ingestão de proteínas e de outros factores, fazendo o risco desaparecer e envergonhando o nosso mágico Luís de Matos. Aqui está o problema: os alimentos que têm gordura saturada são os mesmos que têm colesterol e proteína. A carne, por exemplo, tem os três. Então, se ajustar as estatísticas de colesterol e proteína, os perigos da gordura “má” são difíceis de ver. Ai os malandros!

É um pouco como estudar se os cigarros causam cancro. Se ajustar as estatísticas para saber se as pessoas transportam os isqueiros e cinzeiros que têm em casa, e depois querer relacionar o cigarro com o cancro, what? pois!

Alguns pesquisadores imediatamente alertaram para as falhas e pediram uma marcha-atrás mas em vão, o carro já estava em queda livre! Mas isso, não impediu que o artigo fosse amplamente citado mostrando que a “má” gordura era agora ” um CR7″, isto é, uma máquina para o coração.

Se comprou o mito de que a banha de porco (coitado de mais um porco) não vai “aleijar” o coração – não é uma coisa sensata fazê-lo – vale a pena lembrar que a gordura “má” apresenta outros riscos. Sim, verdade! nem meio cheio, nem meio vazio, como costumo dizer. Num estudo cuidadosamente controlado em Chicago, os pesquisadores descobriram que as pessoas que comem mais gordura saturada tinham um risco muito maior de desenvolver a doença de Alzheimer, em comparação com as pessoas que evitaram a gordura “má” (3). A esmagadora evidência mostra que os comedores de carne têm mais problemas de peso, ataques cardíacos, cancro, diabetes e hipertensão, em comparação com pessoas que evitam carne (4-8). Atenção, não estou a defender os vegetarianos nem os caçadores paleolíticos, falemos de evidências apenas!

“Mas, ainda estamos a falar de gordura saturada? ” A grande razão é que, em 1977, o Senado sobre Nutrição e Necessidades Humanas recomendava os americanos a cortar na carne por motivos de saúde e, provavelmente alguém ficou com birra. A indústria de carne reagiu, deixando claro que a carne era bem dita mas o respeito pelos animais não! Então, quando as Directrizes Alimentares dos EUA foram publicadas em vez de lançaram o “comer menos carne.” usaram uma espécie de código nutricional, recomendando os americanos a: ” limite a gordura saturada e colesterol.”

Os americanos estavam confusos – exactamente o que a indústria da carne esperava – e o consumo de carne não deixou caiu. Na verdade, subiu de 178 quilos por pessoa no ano de 1970 para mais de 200 quilos em 2004 – aumentou a carnificina! Queijo, óleo e consumo de açúcar aumentou também. Agora é o milagroso óleo de coco, um verdadeiro elixir! A culpa é da bolacha com baixo teor de gordura do ou do bacon e sandes de ovo e salada de frango? “Sei lá” como no filme baseado no bestseller da Margarida Rebelo Pinto, uma confusão de amores! Coma carne mas pouco, com consciência e biológica.

Assim, enquanto os pesquisadores debatem sobre gorduras saturadas, gorduras monoinsaturadas, o colesterol da dieta ,e – bocejo – todas as outras coisas que entram nas hambúrgueres e costeletas de porco, vale a pena lembrar um facto: A carne não é assim tão saudável (tenham também em atenção do factor ambiental na fórmula) e, um verdadeiro holocausto acontece diariamente. A carne (acredito que a biológica menos) aumenta o risco de doença cardíaca, diabetes, hipertensão e cancro de cólon. Legumes, frutas, cereais integrais e oleaginosas são, também, fontes proteicas. Há uma abundância de livros de receitas para começar.

Brincadeira: façam como nos tempos primitivos comam só a carne que caçarem! não vale ir ao talho!

Para os que gostam, e ainda bem, dos estudos e outros:

fonte principal: http://www.huffingtonpost.com/neal-barnard-md/grease-health_b_5131729.html

1. Chowdhury R, Warnakula S, Kunutsor S, et al. Association of Dietary, Circulating, and Supplement Fatty Acids With Coronary Risk: A Systematic Review and Meta-analysis. Ann Intern Med. 2014;160:398-406.

2. Chiuve SE, Rimm EB, Sandhu RK, et al. Dietary fat quality and risk of sudden cardiac death in women. Am J Clin Nutr. 2012; 96:498-507.

3. Morris MC, Evans EA, Bienias JL, et al. Dietary fats and the risk of incident Alzheimer’s disease. Arch Neurol. 2003;60:194-200.

4. Craig WJ, Mangels AR, American Dietetic Association. Position of the American Dietetic Association: vegetarian diets. J Am Diet Assoc. 2009 Jul;109(7):1266-82.

5. Tonstad S, Butler T, Yan R, Fraser GE. Type of vegetarian diet, body weight and prevalence of type 2 diabetes. Diabetes Care 2009;32:791-6.

6. Spencer EA, Appleby PN, Davey GK, Key TJ. Diet and body mass index in 38,000 EPIC-Oxford meat-eaters, fish-eaters, vegetarians, and vegans. Int J Obesity 2003;27:728-34.

7. Berkow S, Barnard ND. Vegetarian diets and weight status. Nutr Rev 2006;64:175-188.

8. Yokoyama Y, Nishimura K, Barnard ND, et al. Vegetarian diets and blood pressure: a meta-analysis. JAMA Internal Medicine 2014, Feb 24, epub ahead of print.

Ovos, da páscoa! Eggs, Easter!

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Sabia que um único ovo contém os nove aminoácidos essenciais, quantidades generosas de proteína, luteína boa para os olhos, a colina para o cérebro e saúde cardiovascular e vitamina B12?

 

“Eggs are promoted as the ideal source of protein for people – often referred to as a “perfect protein.” Eggs are high in protein, but the kinds of proteins in hen’s eggs are not ideal for people”.

Os ovos são promovidos como uma fonte ideal de proteínas para o ser humano – muitas vezes referida como uma “proteína perfeita.” Os ovos são ricos em proteínas, mas os tipos de aminoácidos em ovos de galinha não são ideais para as pessoas.

“A whole egg is 32% protein and the white of an egg is essentially 100% protein. Infants, growing children, and adults need, at most, 5% of their calories from protein. Therefore, eggs and egg products are 6 to 20 times more concentrated in protein than we need. Animal proteins, and particularly those from egg whites, are high in the troublesome, sulfur-containing amino acids, such as methionine”.

Um ovo inteiro tem 32% de proteína e da clara do ovo é essencialmente 100% de proteína. Bebes, crianças em crescimento, e os adultos precisam, no máximo, 5% de suas calorias de proteína. Portanto, ovos e produtos á base de ovos são de 6 a 20 vezes mais concentrado em proteínas do que precisamos. As proteínas animais, particularmente os das claras de ovos, estão no alto das problemáticas, aminoácidos contendo enxofre, tais como metionina.

The Egg Industry Is Out of Control. Twenty-five years ago, based on the concerns of the American Heart Association, the Federal Trade Commission carried out legal action – upheld by the US Supreme Court – to compel the egg industry to desist from false and misleading advertising claiming that eggs had no harmful effects on health.18 These days, with a $12 million annual budget for product promotion, matters are even worse than before with the egg industry now making unrestrained claims like:

“…there’s no need to avoid eggs on a heart-health diet.”

“Even cholesterol-lowering diets allow moderate amounts of whole eggs.”

“An Egg a Day May Keep Heart Disease Away”

“…eat your eggs, they’re good for you.”

Unfortunately, we live in a “lawless wild west” when it comes to consumer protection from the big food businesses. Therefore, only you can defend yourself and your family from such profit-driven bogus claims and the harms that come to those who fail to understand this lesson: Eggs are a delicacy, prudently reserved for Easter”.

Vinte e cinco anos depois, com base nas preocupações da American Heart Association, a Comissão Federal de Comércio realizada uma acção judicial – confirmada pelo Supremo Tribunal dos EUA – para obrigar a indústria de ovos a desistir de publicidade falsa e enganosa afirmando que os ovos não tinham efeitos prejudiciais

-“… Não há necessidade de evitar os ovos em uma dieta de saúde cardíaca. “

– “Um ovo por dia pode manter a doença cardíaca longe”

Infelizmente, vivemos num “oeste selvagem sem lei ” quando se trata de defesa do consumidor das grandes empresas do sector alimentar. Por isso, só pode defender a si e à sua família a partir de tais afirmações falsas com fins lucrativos e os danos que vêm àqueles que não conseguem entender esta lição:

 

Os ovos deviam são uma iguaria, prudentemente reservado para a Páscoa. Por isso, deixo à vossa consideração e opinião!

 

Citações tiradas de: http://www.drmcdougall.com/misc/2005nl/march/050300pueastereggs.htm

References/referências:

1) Kofranyi E, Jekat F, Muller-Wecker H. The determination of the biological value of dietary proteins. XVI. The minimum protein requirement of humans, tested with mixtures of whole egg plus potato and maize plus beans. Hoppe Seylers Z Physiol Chem. 1970 Dec;351(12):1485-93.

2) Remer T. Influence of diet on acid-base balance. Semin Dial. 2000 Jul-Aug; 13(4): 221-6.

3) Troen AM. The atherogenic effect of excess methionine intake. Proc Natl Acad Sci U S A. 2003 Dec 9; 100(25): 15089-94.

4) Cellarier E. Methionine dependency and cancer treatment. Cancer Treat Rev. 2003 Dec; 29(6): 489-99.

5) Epner DE. Nutrient intake and nutritional indexes in adults with metastatic cancer on a phase I clinical trial of dietary methionine restriction. Nutr Cancer. 2002; 42(2): 158-66.

6) Paulsen JE. Growth stimulation of intestinal tumours in Apc(Min/+) mice by dietary L-methionine supplementation. Anticancer Res. 2001 Sep-Oct; 21(5): 3281-4.

7) Stubbs AK. Nutrient-hormone interaction in the ovine liver: methionine supply selectively modulates growth hormone-induced IGF-I gene expression. J Endocrinol. 2002 Aug; 174(2): 335-41.

8) Yu H. Role of the insulin-like growth factor family in cancer development and progression. J Natl Cancer Inst. 2000 Sep 20;92(18):1472-89.

9) Levine J. Fecal hydrogen sulfide production in ulcerative colitis. Am J Gastroenterol. 1998 Jan;93(1):83-7.

10) Roediger W. Sulphide impairment of substrate oxidation in rat colonocytes: a biochemical basis for ulcerative colitis? Clin Sci (Lond). 1993 Nov;85(5):623-7.

11) Christl S. Effect of sodium sulfide on cell proliferation of colonic mucosa. Gastroenterology. 1994; 106:A664 (abstr).

12) Zimmerman JA. Nutritional control of aging. Exp Gerontol. 2003 Jan-Feb; 38(1-2): 47-52.

13) McCay C. The effect of retarded growth upon length of lifespan and upon ultimate body size. J Nutr. 1935; 10: 63-79.

14) McDougall J. Halitosis Is More than Bad Breath . McDougall Newsletter. January 2002 at http://www.drmcdougall.com.

15) McDougall J. Bad Farts? Meat Stinks! McDougall Newsletter. August 2002 at http://www.drmcdougall.com.

16) W. Connor. Reply to letter by Oster. Am J Clin Nutr. 1982;36:1261.

17) Hopkins PN. Effects of dietary cholesterol on serum cholesterol: a meta-analysis and review. Am J Clin Nutr. 1992 Jun;55(6):1060-70.

18) Stamler J, Greenland P, Van Horn L, Grundy SM. Dietary cholesterol, serum cholesterol, and risks of cardiovascular and noncardiovascular diseases. Am J Clin Nutr. 1998 Mar;67(3):488-92.

19) Sacks FM, Salazar J, Miller L, Foster JM, Sutherland M, Samonds KW, Albers JJ, Kass EH. Ingestion of egg raises plasma low density lipoproteins in free-living subjects. Lancet. 1984 Mar 24;1(8378):647-9.

20) Appleby PN, Thorogood M, Mann JI, Key TJ. The Oxford Vegetarian Study: an overview. Am J Clin Nutr. 1999 Sep;70(3 Suppl):525S-531S.

21) Valenzuela A, Sanhueza J, Nieto S. Cholesterol oxidation: health hazard and the role of antioxidants in prevention. Biol Res. 2003;36(3-4):291-302.

22) Hu FB, Stampfer MJ, Rimm EB, Manson JE, Ascherio A, Colditz GA, Rosner BA, Spiegelman D, Speizer FE, Sacks FM, Hennekens CH, Willett WC.A prospective study of egg consumption and risk of cardiovascular disease in men and women. JAMA. 1999 Apr 21;281(15):1387-94.

23) Srilatha B, Adaikan PG, Ng SC, Aulkumaran. Outbreaks of Salmonella serotype enteritidis infection associated with eating shell eggs—United States, 1999-2001. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2003 Jan 3;51(51-52):1149-52.

24) Mackenzie AR, Laing RB, Cadwgan AM, Reid TM, Smith CC.Raw egg ingestion and salmonellosis in body builders. Scott Med J. 1998 Oct;43(5):146-7.

25) Parzefall W. Risk assessment of dioxin contamination in human food.
Food Chem Toxicol. 2002 Aug;40(8):1185-9.

26) http://www.aeb.org/food/eggs-health.html#intro

27) http://www.aeb.org/eggstravaganza/A-Dozen-Reasons-to-Eat-Eggs.pdf

Quer perder peso com mais facilidade? Então vamos lá:

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1. Coma alimentos saudáveis que goste, e coma-os muitas vezes, mastigando bem! Depois de encontrar alimentos saudáveis e nutritivos que gosta, o seu paladar vai se adaptar e vai começar a almejar estes alimentos. Sempre de acordo com a sua constituição e condição.

2. Encontre exercícios físicos que goste, mesmo!

Se for correr que seja, se for pilates que seja! Encontre exercícios que gostaria de fazer até ao resto da sua vida pois são esses que fazem com que perca mais peso, mas atenção: moderação e paixão. Inclui dança, escalada, subir o cristo-rei e apoiar, aos saltos durante 90 minutos o seu clube de futebol 3x/semana.

3. Iniciar um diário alimentar, de sono, apetite, exercício e outras variáveis. A “one-size -fits-all” não serve. Pode ser rotineiro mas com paixão. Fuja de vez em quando à rotina!

4 . Todos os grupos alimentares são importantes, ok?
Quase todas as dietas – mediterrânea, macrobiótica, vegan ou Paleo – encorajam a comer alimentos integrais e evitar alimentos processados, refinados e açúcar! O denominador comum entre todas essas dietas populares é comer alimentos reais, mais próximos ao seu estado natural. Quando rotular algo de “bom” ou “mau” vai ter a tendência de querer o mau ainda mais. Aveia não é Paleo e iogurte grego biológico não é Vegan, mas ambos são nutritivos e saudáveis. Apreciá-los é um bom “caminho andado” para lhes fazerem bem!

5. Atenção, lancheira pronta, saúde de aço!

Leve fruta, um iogurte e granola bio, barras caseiras com geleia de arroz, bolas de cereais com algas e sésamo. Tanta mas tanta coisa boa que fazem esquecer o monótono pão com queijo e fiambre. Conheça os seus gatilhos e dispare as alternativas certas!

6 . Lembre-se: não é Beyonce ou Shakira! Por isto, não imponha pressão adicional como se de um cronograma se tratasse. Não é para amanhã ou para daqui a 1 mês, é para sempre! Divirta-se com o processo!

7 . Encontrar formas de cuidar de si, mesmo emocionalmente. Há dias em que precisa de dormir mais, água extra, e descanso extra, e nesses dias, escute o seu corpo e do que ele precisa. Yoga acalma a negatividade na minha cabeça. A meditação faz desligar os problemas e se está cansado durma em vez de beber café!

Vamos lá!

inspiração:
http://www.mindbodygreen.com/0-13148/how-i-lost-60-pounds-without-dieting-or-eliminating-food-groups.html