De férias até 25 de Agosto

 

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Yoga na cama para as futuras mães!

 Todos nós temos aqueles dias que nem sequer respiramos em condições. Entre o trabalho, escola,  supermercado, refeições, filhos, quando temos tempo para um Yoga ou outra prática de relaxamento (meditativa)?  Simples: antes de nos levantar-mos da cama!

Seguem-se um conjunto de asanas (posturas) para praticar no local, em principio, mais relaxante do mundo: a sua cama! Divirta-se!

1. Sente-se e respire, profundamente! Não pense em nada e dirija-se para o local mais calmo do mundo(utilize a imaginação mas não adormeça!Imagem

2. Inspire e eleve o braço direito. Expire quando o mesmo estiver em cima da sua cabeça. Fique nessa posição durante cinco ciclos respiratórios completos.

Repita para o lado esquerdo.

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3. Coloque o seu braço direito à sua frente, flicta o pulso com a ajuda do braço esquerdo. Realize 3 respirações completas. Depois faça o mesmo mas estendendo o pulso.

Repita o mesmo para o pulso esquerdo.

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4. Estenda os braços e inspire,  expire  e desloque os braços para o centro do coração. Repita 3 vezes.

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5. Inspire braços em cima, na expiração estenda-os até às pontas dos dedos dos pés, o mais longe possível (5 respirações profundas).

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6. Deite-se de decúbito dorsal (barriga para cima). Junte os joelhos ao tronco. Realize 5 respirações completas.

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7. Agarre nos dedos dos pés, afastando as coxas, para um bebe feliz. Massaje os dedos.

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8. Deite-se e desloque o joelho direito para cima. Agarre-o com a mão esquerda e rode o tronco. Estenda o braço direito com a palma da mão para cima. Realize 5 respirações completas.

Repita para o lado contrário.

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As rotações realizadas lentamente são boas para a digestão, o seu bebe agradece!

Levante-se lentamente e um óptimo dia!

Quando o exercício faz mais mal que bem


Investigadores dizem que existe a “dose” óptima de exercício que beneficia o coração e estende as nossas vidas.  “No Pain no Gain”? Praticar exercício moderado é bom para nós mas, existe exercício a mais?

Aparentemente sim! Segundo este artigo, o exercício por vezes pode ser prejudicial para algumas pessoas. O que fazemos? Como sabemos que somos nós uma dessas pessoas que terá que ter esse cuidado? O melhor mesmo é prevenir e consultar o seu médico de família e outros profissionais de saúde.  Tal como qualquer tratamento médico, qualquer “dose” a mais pode ter efeitos nefastos na sua saúde.

O exercício regular, segundo estatísticas, costuma dar mais sete anos de vida às pessoas que o praticam. A prática de exercício  físico pode ser uma droga poderosa mas quando se ultrapassa a “dose” ideal pode estar a colocar a sua saúde e longevidade em causa.

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O’Keefe, um investigador muito conhecido, estudou pessoas que participavam em maratonas, triatlo, ultra-maratonas e corridas de bicicleta de longa duração – pessoas que treinam a um nível extremo. O que verificou foi que não só a saúde destas pessoas/atletas costuma ser mais fraca como pode ter efeitos tóxicos no seu organismo, na maioria das vezes.  Estudos indicam que, logo após uma maratona, os corredores apresentam um aumento de 50% de uma enzima chamada troponina, um sinal de danos no coração (a mesma enzima que dispara quando se tem um ataque cardíaco). A troponina é libertada quando o miocárdio esta em stress, podendo começar quando as fibras do músculo cardíaco começam a “fraquejar” e o coração tem que continuar a bombear sangue continuamente devido à intensidade do esforço. Pode causar mesmo a morte de algumas dessas células.

Com o tempo, os danos podem-se agravar e podemo-nos tornar mais vulneráveis a arritmias e à hipertrofia do ventrículo direito (que bombeia o sangue para os pulmões para ser oxigenado). Estudos indicam que os atletas de longas distâncias têm cinco vezes mais risco de sofrerem de fibrilação atrial.

Na nova apresentação anual do meeting do American College of Sports Medicine, um dos estudos de Carl Lavie,  diretor do Instituto de reabilitação cardíaca John Ochsner Heart de Nova Orleães, diz que a “dose ótima” de corrida aumenta a esperança de vida. Segundo o seu estudo, 14.000 corredores correm 20 Km por semana mas se correrem mais do que isso os benefícios diminuem ou deixam de existir.

Os danos não aparecem do dia para a noite: demoram anos! Daí que, O’Keefe não desencorajar os seus pacientes a não participarem numa maratona mas, aconselha-os a que isso seja apenas uma experiência de vida.  Não deve ser um hábito a longo prazo!

Nos últimos 35 anos a obesidade aumentou bastante e, o número de participantes em maratonas aumentou 20%. Segundo O’Keefe o que precisamos é de mais pessoas a fazer exercício regular e não corredores heróicos de longa distância. Ganhamos 70% to 80% de benefícios com 15 -30 minutos  diários de exercício. Não são necessários esforços sobre-humanos, nem oito nem oitenta!

Optimismo em tempos de fado!

Afinal o copo está meio cheio ou meio vazio?

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A actual conjectura sócio-económico-política concorre a um crescente estado depressivo generalizado, resultante da insatisfação, frustração, revolta, numa palavra pessimismo, que se vai plasmando no nosso quotidiano. O sentimento de impotência abate-se sobre a nossa condição de cidadãos livres, e parece não haver grande coisa a fazer que não o progressivo “capeamento” da nossa zona de conforto -por vezes de confronto- lastimando as sortes que o fatum nos presenteia.

De acordo com a Mayo Clinic, optimismo é acreditar que boas coisas irão acontecer e que as más apenas são temporárias.  Conhecemos também o oposto através da Ley de Murphy – “ Tudo o que está mal correrá mal”. A psicóloga Suzanne C. Segerstrom no seu livro “Breaking the Murphy’s Laws” explica que ser optimista não é só pensar positivo mas também estar motivado e ser persistente.  Estudos também indicam que existe uma predisposição genética  (inclui  neurotransmissores) para ser-mos optimistas. Em que ficamos, cara serotonina (neurotransmissor)?

A melhor forma de alterar  o nosso ambiente, aquilo que nos rodeia, a sua percepção, passa por  rever-mos as nossas emoções e atenção! Porque não escrever num bloco de notas tudo que de positivo teve o dia? pode ser também no seu smartphone!  Se algo corre bem à que ser registado, mas não glorificado, foi apenas um pequeno passo. Qual Pangloss voltairiano, profeta do paraíso edénico, somos nós os “Cândido” que vivemos no melhor mundo dos mundos possíveis.

Somos de terras de fado, da saudade, da impotência para nos juntar-mos e criar-mos a mudança. Já fomos o contrário, porque não acreditar nesses tempos? Porque não começar mudando-nos a nós próprios?  Devemos evitar discursos negativos, o cérebro não processa bem a palavra não,  e focar-nos naquilo que controlamos.

Ser optimista não é estar sentado no sofá sendo positivo, e olhar para o mundo através de uma televisão ou viver de opiniões de terceiros. Ser optimista é levantarmo-nos do sofá e encetar-mos acção, sair da zona de conforto, arriscar! Mas não é a vida uma aventura?

Devemos enfrentar os medos, reavaliar a nossa vida, meditar, ter controlo das emoções, rir, ser integro.  Assim seria difícil viver, mas a vida não é fácil! Contudo, porque não trabalhar estes pontos? Não nos faz mal mudar! Ao contrário da vida o tempo de mudar não se esgota, e devemo-nos essa mudança de atitude. Atrás de um mal vem outro maior, não será o mesmo com o bem? Ser optimista é estar vivo e dar vida, é dar sentido à existência e fundamento à felicidade.

Como está o seu copo? Enquanto uns pensam se o copo está meio vazio ou meio cheio, outros apenas bebem o liquido!  Isto é acção!